
Conforme destacado em uma recente matéria do InfoMoney, a captação líquida dos fundos de investimento caiu 28,48% em 2025 em relação ao ano anterior, totalizando R$ 88,4 bilhões. Isso mesmo, você leu corretamente. O céu não é mais o limite. E adivinha quem estava lá para ver tudo acontecer? A renda fixa, que foi o motor da indústria, trazendo uma captação líquida de R$ 84,3 bilhões. Um verdadeiro milagre em tempos de vacas magras.
Os Multimercados e a Questão da Diversificação
Mas nem tudo são flores! Os fundos multimercados apanhando, com resgates líquidos de R$ 58,9 bilhões. Yikes! Ainda assim, segundo Pedro Rudge, diretor da Anbima, “à medida que os rendimentos forem interessantes, os investidores vão voltar a procurá-los.” Olha só, quem diria que a lógica do “sem dor, sem ganho” ainda vale?
Por Que os Fundos de Ações Não Têm Sido Tão Saborosos?
Em relação aos fundos de ações, a situação não é muito diferente. Também sofreram com resgates líquidos na casa dos R$ 54,5 bilhões, apesar de uma rentabilidade média de 31,6%. Uma lição de que até quando o rendimento é doce, a diversificação é chave. Afinal, como Rudge afirma, “o investidor deveria ter uma carteira com alocações em diversas classes de fundos.”
A Grande Ascensão dos FIPs e FIDCs
Mas nem tudo está perdido; os Fundos de Investimento em Participações (FIPs) estão em alta, com captação de R$ 60,1 bilhões. A diretora da Anbima, Julya Wellisch, sinaliza que isso “reforça o papel desses produtos como financiadores importantes da nossa economia real.” Veja só, uma luz no fim do túnel para quem não quer ser a próxima vítima dos resgates!
Fonte: Acionista
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