Pimenta para carteira de renda fixa: conheça o Apolo, fundo que já valorizou quase 19% em poucos meses – Money Times

Imagem: iStock/ @psdphotography – Edição: Equipe Empiricus O fundo BTG Apolo FICFIDC tem pouco mais de um ano no mercado e já deu gosto aos investidores. Lançado em abril de 2025, o fundo já valorizou 18,97%, equivalente a um crescimento de 117% em relação do CDI. O Apolo chegou ao mercado com o objetivo de…

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O fundo BTG Apolo FICFIDC tem pouco mais de um ano no mercado e já deu gosto aos investidores. Lançado em abril de 2025, o fundo já valorizou 18,97%, equivalente a um crescimento de 117% em relação do CDI.

O Apolo chegou ao mercado com o objetivo de oferecer acesso ao mercado de crédito estruturado com uma estratégia diversificada. Assim, ele busca combinar potencial de retorno com uma gestão criteriosa de riscos.

A proposta encontrou seu espaço no mercado: com menos de 18 meses desde o lançamento, o fundo já acumula cerca de R$ 1,6 bilhão em patrimônio sob custódia.

Uma opção “fora dos holofotes” dos investidores mais tradicionais, a seguir você pode conhecer um pouco mais sobre esse investimento e quais as suas vantagens.

Conheça a estratégia por trás do Apolo

Um dos principais diferenciais do Apolo está na sua exposição ao mercado de crédito estruturado. A área, ainda pouco explorada pelos investidores brasileiros, já movimenta cifras bilionárias.

Segundo dados da Anbima, em 2025 o setor marcava emissões recordes de R$ 838,8 bilhões em ofertas públicas, alta de 6,4% em comparação a 2024.

Por trás da estratégia do fundo, há uma equipe especializada em análise e seleção de operações de crédito, com foco em identificar oportunidades e construir uma carteira diversificada entre diferentes teses de investimento. Dessa forma, o ativo gerido pelo banco BTG Pactual Asset Management também reduz a dependência em uma única carteira.

Dentro da plataforma do maior banco de investimentos da América Latina, o investidor conta com o aproveitamento de uma capacidade de originação e estruturação, que acessa oportunidades que nem sempre estão disponíveis ao mercado em geral.

Diante de um cenário geopolítico de incertezas, inflação persistente e juros elevados, o mercado de crédito sofreu alguns impactos. Assim, ativos ligados aos principais índices de crédito ganham mais sensibilidade macro e voltam a ganhar relevância – e o Apolo está incluso nesses resultados.

Desde o seu lançamento, o fundo apresentou um posicionamento que deu resultado, com uma rentabilidade de CDI + 2,67% a.a. desde o seu início.

Vale lembrar que retornos passados não representam garantia de resultados futuros. Contudo, esse desempenho ajuda a ilustrar o potencial que estratégias de crédito estruturado podem oferecer, e busca por retornos potencialmente superiores aos de alternativas tradicionais da renda fixa.

Apolo e outros FIDCs: como investir?

Até aqui, você conheceu de perto as principais vantagens do Apolo e todo o potencial deste fundo de investimento de renda fixa.

Quando o assunto é renda fixa, a maioria dos investidores tende a pensar em CDBs, LCIs, LCAs e Tesouro Direto. Enquanto isso, os FIDCs como o Apolo apresentado acima, costumam ficar “fora do radar”.

Entretanto, nos últimos anos, essa classe de ativos passou a atrair a atenção de investidores em busca de retornos acima do CDI. Atualmente, as projeções do mercado indicam que o patrimônio da indústria pode saltar de R$ 594 bilhões para R$ 2,8 trilhões até 2030.

Ou seja: uma classe que boa parte do mercado ainda não está alocando pode se tornar uma das principais avenidas de investimento em crédito privado no Brasil.

Se você quer estar por dentro das informações mais relevantes sobre o mercado de FIDCs e entender por que esta classe de ativos tem o potencial de conquistar ainda mais espaço, as respostas estão em um só lugar.

Em um dossiê 100% gratuito, preparado em parceria pelo Seu Dinheiro e Money Times para os leitores, estão informações como:

  • O que são os FIDCs e como eles funcionam;
  • Como essa classe pode complementar uma carteira de renda fixa;
  • Quais são os principais riscos envolvidos;
  • Por que esses fundos costumam ter baixa sensibilidade à Selic.

Fonte: Money Times

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