
Desde 2025, a companhia passou por uma reconfiguração relevante de governança, com novo Conselho de Administração, recomposição do Conselho Fiscal e maior controle sobre decisões estratégicas. O foco deixou de ser contenção e passou a ser reconstrução.
Os primeiros movimentos já aparecem: reestruturação de ativos, com destaque para o FIDC Taranis, criação de comitês para organizar a gestão e venda de ativos não estratégicos, como a unidade IPM IOG, dentro de uma agenda de desalavancagem.
A nova diretoria, liderada por Antonio Augusto Pires Junior, aposta em uma retomada concentrada em óleo e gás e em frentes onde a companhia ainda tem capacidade operacional.
A mensagem é direta: a Inepar que chega a 2026 tenta deixar o passado para trás — e provar que, desta vez, a virada é estrutural.
Fonte: Veja Negócios
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