Boletim Econômico Outubro

Principais acontecimentos no Brasil e no mundo que movimentaram a economia.Matérias com análise e participação do CEO da Multiplike Volnei Eyg. A incerteza fiscal permaneceu como um dos principais pontos para as análises econômicas de outubro. O mercado ainda aguarda uma revisão concreta dos gastos, com medidas reais por parte do governo, buscando também aliviar…

Principais acontecimentos no Brasil e no mundo que movimentaram a economia.
Matérias com análise e participação do CEO da Multiplike Volnei Eyg.

A incerteza fiscal permaneceu como um dos principais pontos para as análises econômicas de outubro. O mercado ainda aguarda uma revisão concreta dos gastos, com medidas reais por parte do governo, buscando também aliviar as pressões sobre a moeda brasileira.
Fonte: BP Money  

A ampliação do grupo econômico BRICs trouxe discussões sobre o efeito na relação comercial entre Brasil e Estados Unidos. Especialistas avaliaram que isso poderia diminuir a dependência brasileira do mercado americano, promovendo maior estabilidade nas exportações.
Fonte: Portal G1

Falando sobre dólar, a moeda americana seguiu forte no mês de outubro, mesmo com a queda de juros nos Estados Unidos ocorrida em setembro. Economistas apontaram que a percepção de risco dos investidores motivou a saída de dólares do Brasil, o que influenciou a alta do dólar.
Fonte: BP Money  

O IPCA-15 de outubro veio acima das expectativas e assustou o mercado, que passou a avaliar uma política monetária mais dura. Uma inflação mais persistente do que o planejado junto de um mercado de trabalho aquecido, dá margens ao Banco Central para aumentos maiores da Selic.

Fonte: CNN Brasil

Os FIDCs cresceram 200 bilhões de reais nos últimos 12 meses. Com dados divulgados pela Anbima, o levantamento mostra que os fundos de recebíveis tem se tornado uma das principais fontes de crédito para empresas, que passam a captar os recursos de forma mais rápida e mais barata.
Fonte: Valor Econômico

Inadimplência das empresas sobe com alta da Selic. O Índice Multiplike de Devedores indicou que a inadimplência das empresas saiu de 10,82% em agosto para 11,52% em setembro, já refletindo o primeiro aumento dos juros.
Fonte: Capital Aberto

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